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segunda-feira, 3 de setembro de 2012
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
sábado, 28 de abril de 2012
Poema a quatro mãos
Marcantonio, Noturno, arte digital (com interferência tonal de Cris de Souza).
Curto interno
Na tomada de consciência
Na tomada de consciência
tomo experiência
em apagão
Se me choca o sentido
tateio o desconhecido
seguindo o fio
da interrogação.
(Cris de Souza & Marcantonio)
sábado, 31 de dezembro de 2011
Um poema de brinde...
Foto: Vera Marques
Perdi as contas
(dedicado aos amigos)
importa
a quantos
pés viajamos?
a velha vida
em pane
porta
o aéreo plano:
para quedas
por todo
novo ano!
(Cris de Souza)
Aerolinhas arrojadas
decolam
das pistas
na palma da mão
para um novo ano
poético.
Destino seguro não
há,
escala ou conexão,
mas se falhar o
para-quedas
da emoção... Deixe
estar!
Acione o reserva, a
imaginação.
* Verdade que desejo a todos um dardejante dois mil e doze! Beijos e beijos.
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Um poema reparado nas redondezas
Prelúdio ao refúgio
Vela ao léu
Por azular?
- Noite terçã
Pra bordejar
Na borda torta
Do lago imenso
Afoguear
Estrelas vãs
Aluamento
Por dois silêncios:
Único afã
Borbulhar!
(Cris de Souza)
sexta-feira, 29 de julho de 2011
domingo, 24 de julho de 2011
Haicais de Frente e Verso
I.
Sombra de pássaro
De frente acende
A luz do verso
II.
É de sal e estrela
Do mar a onda
Que lambe o olhar
III.
O oásis se aproxima
Longe se vê
Que a sede é sina
IV.
Língua de fogo:
Todos os dragões
Rimam com sopro
V.
Linha cara leva jeito
Pra dar nó
No pobre poema do peito
VI.
Tu colhes gargalhada
Eu, cultivo riso
Ai de nós plantar juízo!
(Cris de Souza)
VII.
Nó cego se avista
Esperto desaperto
Nós em desassossego
VIII.
De frente e verso
Tridimensional
Universo
IX.
Versos acesos,
Dragões sorrindo ilesos,
Derretem o juízo
domingo, 21 de novembro de 2010
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