segunda-feira, 26 de maio de 2014

Ceciliando(VII)- Canção de fundo

Desejo 
Uma poesia
Como esta –
O senhor vê?         

Em que
Nenhum verso
Sirva como
Buquê            

Não quero
Faunos inocentes
Nem divindades
De floresta

Ponha uma planta 
Carnívora
Neste jarro
Que me resta    

(Cris de Souza)

8 comentários:

  1. uma erva vertiginosa cai bem? beijo,cristalina... show de Ceciliando!

    ResponderExcluir
  2. Teu poema, como sempre, vale a pena ser lido!
    Obrigada por tudo.

    Beijo beijo!

    ResponderExcluir
  3. só o que raspa e sangra é matéria ordenada na ciência selvagem da existência... eis o lugar da poesia.

    ainda procuro por partes de mim que deixei, algures, no interior dos teus versos...

    beijos de cris-tal-feitiço!

    ResponderExcluir
  4. Um despojar da sensibilidade poética que se torna imprópria na planta carnívora.

    Beijo

    ResponderExcluir
  5. Versos com garras, dentes e força singular: andas divina poeta!
    Beijos, bela.

    ResponderExcluir
  6. uau!!! precisava vir aqui pra me deixar devorar por tuas palavras

    Bjs, fodástica poeta, Criquérrima

    ResponderExcluir
  7. É selvagem a bela poeta. E os versos silvam...Beijos, adorável!

    ResponderExcluir
  8. Boa tarde
    Passei pelo teu cantinho para te dar a conhecer o meu modesto espaço de poesia.
    Espero que gostes. Um abraço, Ana Pereira
    http://almainspiradora.blogspot.pt/

    ResponderExcluir

Viajai-vos!